Confira os números da pesquisa Genial/Quaest para presidente
REPORTAGEM POLÍTICA
A mais recente pesquisa Genial/Quaest sobre a corrida presidencial de 2026 apresenta um cenário de forte disputa entre os principais nomes cotados para a sucessão presidencial. O levantamento mostra que a eleição segue aberta e marcada pela polarização entre governo e oposição.
Segundo os dados divulgados, no cenário estimulado — quando os nomes dos possíveis candidatos são apresentados aos entrevistados — o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança com 39% das intenções de voto. Em seguida está o senador Flávio Bolsonaro, com 33%. Outros nomes testados pelo instituto aparecem com percentuais menores.

Cenário estimulado
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
- Flávio Bolsonaro (PL): 33%
- Ronaldo Caiado (PSD): 4%
- Romeu Zema (Novo): 4%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Outros candidatos: até 1%
- Branco, nulo ou não votaria: 10%
- Indecisos: 5%
Cenário espontâneo
Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, o número de indecisos permanece elevado, indicando que parte significativa do eleitorado ainda não definiu sua preferência para 2026.
- Lula: 22%
- Flávio Bolsonaro: 14%
- Outros nomes: 7%
- Indecisos: 57%
Simulação de segundo turno
A Genial/Quaest também simulou possíveis cenários de segundo turno. O confronto mais equilibrado foi entre Lula e Flávio Bolsonaro, com os dois aparecendo tecnicamente empatados dentro da margem de erro da pesquisa.
Lula x Flávio Bolsonaro
- Lula: 42%
- Flávio Bolsonaro: 41%
- Branco/Nulo: 14%
- Indecisos: 3%
Eleição segue indefinida
Analistas avaliam que os números mostram uma disputa ainda em construção. Embora Lula apareça à frente nos cenários de primeiro turno, a diferença diminui nas simulações de segundo turno, indicando um ambiente eleitoral competitivo. Além disso, o elevado percentual de indecisos demonstra que o quadro ainda pode sofrer mudanças significativas até a definição oficial das candidaturas.
A pesquisa foi realizada com 2.004 entrevistados em diversas regiões do país e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Vale destacar que pesquisas eleitorais representam um retrato do momento em que foram realizadas e não constituem previsão do resultado final das eleições.