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	<title>Arquivo de Brasil 2025 - Focus Tv</title>
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	<title>Arquivo de Brasil 2025 - Focus Tv</title>
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		<title>Pix, poder e política: de criação brasileira à disputa global que envolve Bolsonaro e Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 15:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde sua criação, o Pix tornou-se uma das maiores revoluções financeiras do Brasil moderno. Criado oficialmente em novembro</p>
<p>O post <a href="https://www.focustv.com.br/pix-poder-e-politica-de-criacao-brasileira-a-disputa-global-que-envolve-bolsonaro-e-trump/">Pix, poder e política: de criação brasileira à disputa global que envolve Bolsonaro e Trump</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.focustv.com.br">Focus Tv</a>.</p>
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<p>Desde sua criação, o <strong>Pix</strong> tornou-se uma das maiores revoluções financeiras do Brasil moderno. Criado oficialmente em novembro de 2020, durante o governo de <strong>Jair Bolsonaro</strong>, e desenvolvido pelo <strong>Banco Central</strong> ainda na gestão de <strong>Roberto Campos Neto</strong>, o sistema transformou o modo como brasileiros movimentam dinheiro.<br>Gratuito, instantâneo e acessível, o Pix rapidamente ultrapassou todas as expectativas: segundo o Banco Central, mais de <strong>150 milhões de brasileiros</strong> já o utilizam regularmente.</p>



<p>Mas à medida que o Pix se consolidou como modelo de sucesso — exportado e estudado por outros países —, ele também passou a ser alvo de debates políticos e econômicos, dentro e fora do Brasil.<br>Nos últimos meses, a discussão ganhou um novo tempero internacional, com declarações e movimentos associados ao ex-presidente <strong>Donald Trump</strong>, que em discursos recentes fez críticas ao avanço global dos sistemas de pagamento instantâneo e à perda de controle dos bancos privados e do sistema financeiro tradicional.</p>



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<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top" style="grid-template-columns:auto 39%"><div class="wp-block-media-text__content">
<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b0.png" alt="💰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O Pix e o governo Bolsonaro: uma criação que deu certo</h2>



<p>É fato: o Pix <strong>foi implementado durante o governo Bolsonaro</strong>, embora o projeto tenha começado a ser planejado em 2018, ainda sob Michel Temer.<br>A diferença é que foi na gestão bolsonarista que a ideia saiu do papel e ganhou força política e técnica.<br>Bolsonaro, em vários discursos, usou o Pix como exemplo de eficiência do Estado sem interferência política, ressaltando que <strong>o Banco Central independente</strong> (instituição fortalecida durante seu mandato) foi responsável por colocar o Brasil na vanguarda dos pagamentos digitais.</p>
</div><figure class="wp-block-media-text__media"><img data-dominant-color="4f3f2d" data-has-transparency="false" style="--dominant-color: #4f3f2d;" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-12_53_35-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-1469 size-full not-transparent" srcset="https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-12_53_35-1024x683.webp 1024w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-12_53_35-300x200.webp 300w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-12_53_35-768x512.webp 768w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-12_53_35.webp 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>O impacto social foi gigantesco. Milhões de pessoas que antes dependiam de filas, boletos e taxas bancárias passaram a movimentar dinheiro com facilidade — e, de forma indireta, <strong>o Pix ajudou na inclusão financeira de camadas populares</strong>.<br>Feirantes, pequenos comerciantes e autônomos viram no sistema uma chance de operar sem intermediários caros.</p>



<p>Em meio à pandemia, quando o governo distribuía o <strong>Auxílio Emergencial</strong>, o Pix se tornou essencial: dinheiro público circulava rapidamente, sem burocracia.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f30d.png" alt="🌍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Trump, o sistema financeiro americano e o “inimigo digital”</h3>



<p>Enquanto o Brasil consolidava seu sistema de pagamentos instantâneos, o cenário internacional vivia outro tipo de tensão.<br>Nos Estados Unidos, o ex-presidente <strong>Donald Trump</strong> e seus aliados têm criticado abertamente a expansão dos meios de pagamento digitais centralizados — como o “FedNow”, criado pelo Federal Reserve (o Banco Central americano) — e, principalmente, o risco de que governos controlem diretamente as transações dos cidadãos.</p>



<p>Trump chegou a classificar o movimento global de digitalização total do dinheiro como uma <strong>“ameaça à liberdade econômica”</strong>, defendendo o uso contínuo do dinheiro físico.<br>Seus discursos mais recentes refletem uma visão de resistência: o receio de que governos usem sistemas similares ao Pix para rastrear, tributar ou até limitar transações financeiras de indivíduos e empresas.</p>



<p>Em parte, há uma coincidência ideológica: Trump e Bolsonaro sempre se alinharam em temas de soberania, conservadorismo e liberdade econômica.<br>No entanto, o paradoxo é evidente — <strong>o Pix nasceu em um governo de direita no Brasil, e é agora criticado por um líder de direita nos Estados Unidos</strong>, que vê o mesmo modelo como um risco de controle estatal.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9e9.png" alt="🧩" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Política e contradições: quando o sucesso vira bandeira</h3>



<p>No Brasil, o Pix é tão popular que <strong>virou símbolo político</strong>.<br>Enquanto bolsonaristas o apontam como “obra da eficiência liberal do governo anterior”, petistas destacam que o sistema foi desenvolvido por técnicos do Banco Central e beneficiado por políticas sociais do atual governo.<br>O embate virou disputa de narrativa: quem criou o Pix? quem o aperfeiçoou? quem quer controlá-lo?</p>



<p>Mas, além da política, há outro ponto em jogo — o Pix representa <strong>a quebra do poder dos bancos tradicionais</strong>.<br>Instituições que antes lucravam com tarifas e transferências pagas perderam bilhões com a gratuidade e a rapidez do sistema.<br>Isso explica por que muitos países ainda resistem em adotar modelos parecidos: há grandes interesses econômicos por trás do status quo financeiro.</p>



<p>Nos Estados Unidos, o lobby bancário é extremamente forte, e qualquer tentativa de criar um “Pix americano” esbarra na resistência de gigantes como JPMorgan e Wells Fargo, que dependem das taxas de intermediação.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2699.png" alt="⚙" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Entre controle e liberdade: o debate necessário</h3>



<p>As críticas de Trump, ao dizer que sistemas digitais como o Pix podem ser “usados para controlar o povo”, têm um fundo político — e, em parte, um fundo real.<br>De fato, sistemas centralizados dão ao Estado grande capacidade de rastrear movimentações financeiras, o que, em mãos autoritárias, pode gerar abusos.</p>



<p>Por outro lado, é importante distinguir: o Pix brasileiro <strong>não é uma moeda digital de governo</strong>, como o projeto de “Real Digital” em andamento.<br>O Pix é apenas <strong>um sistema de transferência</strong>, regulado, mas que depende dos bancos e carteiras digitais — não é uma moeda própria do Banco Central.<br>Portanto, não há evidências de que o Pix esteja sendo usado como ferramenta de vigilância em massa.</p>



<p>O perigo real seria o uso político dessa narrativa — seja para demonizar avanços tecnológicos, seja para criar medo em torno de ferramentas que, até agora, beneficiam milhões de brasileiros.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4ca.png" alt="📊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O impacto global e o que vem pela frente</h3>



<p>O sucesso do Pix inspirou mais de <strong>60 países</strong>, segundo o próprio Banco Central, a desenvolver sistemas parecidos.<br>A União Europeia discute um modelo semelhante.<br>Na América Latina, México e Colômbia já estudam cópias parciais.<br>O sistema brasileiro virou referência mundial, e até economistas norte-americanos o citam como <strong>exemplo de inclusão financeira e inovação pública eficiente</strong>.</p>



<p>Mas com o avanço vem o risco da disputa política: cada país quer controlar sua narrativa sobre “quem criou o modelo” e “para quem ele serve”.<br>E é nesse ponto que Trump surge — não tentando “destruir o Pix brasileiro”, mas <strong>questionando o conceito global</strong> que ele representa: o Estado assumindo o papel que antes era exclusivo dos bancos privados.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9e0.png" alt="🧠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Conclusão: o Pix é mais do que um aplicativo — é uma disputa de poder</h3>



<p>No fim das contas, o Pix não é apenas uma ferramenta de transferência instantânea.<br>É um símbolo.<br>Um reflexo de um novo modelo de economia digital, que mexe com bancos, governos e com a própria noção de liberdade financeira.</p>



<p>Se Bolsonaro pode reivindicar o mérito político da implementação, e Lula tenta associar o Pix à democratização do acesso bancário, ambos refletem lados de uma mesma moeda: o uso político de uma conquista técnica e coletiva.</p>



<p>Enquanto isso, lá fora, Trump e seus aliados levantam bandeiras contra o avanço do “dinheiro digital”, temendo que a tecnologia vire arma de vigilância.<br>Mas o paradoxo continua: o modelo que ele critica foi um dos poucos projetos brasileiros elogiados até por adversários políticos — <strong>um sistema criado por técnicos, popularizado por um governo conservador e hoje defendido por todos os lados.</strong></p>



<p>O Pix é, em resumo, um retrato do Brasil moderno:<br>inovador, contraditório, e politicamente disputado até o último clique.</p>
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		<title>“Aquela praga”. O ataque e o contexto, Lula sobre Bolsonaro.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clàdudio Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 10:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 6 de outubro de 2025, durante evento em Imperatriz (MA) para entrega de moradias do programa Minha</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<p>Em 6 de outubro de 2025, durante evento em Imperatriz (MA) para entrega de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse: <em>“Por Deus do céu, não sei o que aquela praga que governou o país veio fazer antes de mim.”</em> (<a href="https://www.brasil247.com/brasil/lula-chama-bolsonaro-condenado-por-liderar-a-trama-golpista-de-praga?utm_source=chatgpt.com">Brasil 247</a>)</p>



<p>Ele referia-se ao governo anterior, comandado por Jair Bolsonaro, criticando seus retrocessos segundo a visão do atual mandatário. A expressão mostra não só o tom duro do discurso político, mas também a tentativa de contraste: de um lado, acusações de negligência, retrocesso; do outro, promessa de retomada de políticas sociais. (<a href="https://www.jornalfolhadoestado.com/politica/lula-chama-bolsonaro-de-praga-e-critica-gestao-do-ex-presidente?utm_source=chatgpt.com">Folha do Estado</a>)</p>



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<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top" style="grid-template-columns:auto 39%"><div class="wp-block-media-text__content">
<h2 class="wp-block-heading">O perfil “defender o pobre” vs. ações tributárias</h2>



<p>Uma das promessas centrais de Lula (e do PT) ao longo da carreira política é a defesa dos mais pobres, a ampliação de programas sociais, redução de desigualdades, etc. No discurso, isso inclui críticas às altas taxas tributárias sobre faixas de renda baixa ou média, assim como o argumento de que quem tem menos deveria pagar menos impostos ou ser protegido pelas políticas públicas.</p>



<p></p>
</div><figure class="wp-block-media-text__media"><img data-dominant-color="52443c" data-has-transparency="false" style="--dominant-color: #52443c;" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-07_07_07-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-1465 size-full not-transparent" srcset="https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-07_07_07-1024x683.webp 1024w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-07_07_07-300x200.webp 300w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-07_07_07-768x512.webp 768w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ChatGPT-Image-10-de-out.-de-2025-07_07_07.webp 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Por outro lado, para manter as finanças do governo equilibradas, para sustentar programas sociais, para investimento em infraestrutura, ou para cobrir déficits orçamentários, toda administração precisa arrecadar — e isso quase sempre envolve impostos ou contribuições.</p>



<p>O que temos observado: várias medidas adotadas pelo governo Lula implicam elevação ou criação de tributos, algumas afetando diretamente setores de consumo, importações ou operações financeiras.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Quantos aumentos e criações de impostos já foram feitos — números apontados</h2>



<p>Há divergências nas contagens, dependendo do critério (se consideram medidas que tramitaram mas não foram aprovadas; se medidas provisórias ainda sujeitas a mudanças; se todas afetam diretamente o cidadão comum ou alguns setores específicos). Eis o que se levantou:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Segundo levantamento publicado, <strong>24 medidas</strong> de criação ou aumento de tributos foram anunciadas desde o início do mandato de Lula, em janeiro de 2023. (<a href="https://www.gp1.com.br/brasil/noticia/2025/5/31/governo-lula-subiu-ou-criou-impostos-24-vezes-desde-2023-595681.html?utm_source=chatgpt.com">GP1</a>)</li>



<li>A média dessas medidas é de <strong>uma nova medida tributária a cada 37 dias</strong>. (<a href="https://www.gp1.com.br/brasil/noticia/2025/5/31/governo-lula-subiu-ou-criou-impostos-24-vezes-desde-2023-595681.html?utm_source=chatgpt.com">GP1</a>)</li>



<li>As medidas incluem, entre outras: reoneração de combustíveis (retorno de PIS/Cofins/CIDE sobre gasolina, etanol, diesel e biodiesel); taxações sobre comércio eletrônico; imposto sobre apostas (“bets”); elevação de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras); elevação de impostos de importação para painéis solares, veículos elétricos, etc. (<a href="https://pordentrodorn.com.br/2025/06/01/aumento-impostos-governo-lula/?utm_source=chatgpt.com">pordentrodorn.com.br</a>)</li>



<li>Em outra manchete, afirmava-se que o governo somava <strong>37 medidas</strong> de aumento de impostos até certo ponto, incluindo propostas. (<a href="https://noticias.r7.com/prisma/todos-os-blogs/apos-37-medidas-que-elevam-impostos-governo-quer-mais-taxacoes-em-2026-27082025/?utm_source=chatgpt.com">Noticias R7</a>)</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Veracidade da afirmação “governo que prometia ‘defender o pobre’ fez 37 aumentos de impostos”</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>A promessa de “defender o pobre” é histórica no discurso do PT/Lula, e há mérito nessa expectativa que parte do povo: política socioeconômica com foco em redistribuição, proteção social, etc.</li>



<li>Quanto aos <strong>37 aumentos</strong>: esse número aparece em algumas reportagens, mas normalmente inclui propostas ou medidas anunciadas, nem todas já implementadas ou todas com impacto direto sobre consumo popular. Ou seja: pode ser uma contagem parcial / cumulativa / projetada, não necessariamente todas efetivas ou cobradas. (<a href="https://noticias.r7.com/prisma/todos-os-blogs/apos-37-medidas-que-elevam-impostos-governo-quer-mais-taxacoes-em-2026-27082025/?utm_source=chatgpt.com">Noticias R7</a>)</li>



<li>Também há declarações do governo negando que a carga tributária esteja sendo aumentada para a grande maioria da população, ou que novos impostos incidam de forma significativa sobre os mais pobres. Por exemplo, Lula e Haddad afirmam que algumas medidas têm foco em quem mais tem ou em setores específicos, não em tributar consumo básico ou salários baixos. (<a href="https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2025/06/12/lula-defende-haddad-isencao-ricos.htm/?utm_source=chatgpt.com">economia.uol.com.br</a>)</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos e críticas</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carga tributária histórica</strong>: O Brasil já tem uma das cargas tributárias mais altas da América Latina. Aumentos novos, mesmo que proporcionalmente pequenos, repercutem mal no bolso popular, principalmente quando há inflação, alta dos combustíveis, ou impacto de preços corrigidos por tributos.</li>



<li><strong>Regressividade vs. progressividade</strong>: Um dos problemas apontados é que muitos impostos no Brasil recaem mais fortemente sobre consumo ou bens de uso diário — isso pesa mais sobre quem ganha menos. Se subirem impostos em consumo (combustíveis, eletricidade, importados, etc.), mesmo quem ganha pouco sente bastante.</li>



<li><strong>Percepção política</strong>: Quando governo promete “defender o pobre” e, ao mesmo tempo, anuncia novas taxações, cria espaço para oposição argumentar que as ações contradizem as promessas. O discurso simbólico de chamar Bolsonaro de “praga” reforça esse contraste.</li>



<li><strong>Necessidade fiscal</strong>: Também há quem defenda que muitos desses aumentos são necessários para garantir equilíbrio fiscal, manter programas sociais, cumprir metas de arrecadação, amortecer déficits, ou reagir a situações excepcionais.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão e desafios</h2>



<p>A afirmação de Lula de que o governo anterior foi “praga” é parte de um duelo político forte — retórica contra retórica, disputa pela narrativa.</p>



<p>Quanto à acusação de que o governo atual “fez 37 aumentos de impostos”, há base para afirmar que várias medidas de tributos foram anunciadas ou implementadas (24 ao menos, com impacto crescente), mas nem todas equivalem estritamente a aumentos diretos para todos os cidadãos, e há controvérsias sobre quais já estão vigorando, quais têm efeito real, quais foram revistas ou contestadas.</p>



<p>O grande desafio para o governo será conservar a promessa social de proteger os pobres, além de garantir transparência: mostrar <strong>quem de fato paga</strong>, <strong>quanto os impostos impactam no custo de vida</strong>, e <strong>como equilibrar a conta</strong> sem penalizar quem menos pode pagar.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>
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