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	<title>Arquivo de Saúde - Focus Tv</title>
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	<title>Arquivo de Saúde - Focus Tv</title>
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		<title>Covid-19 no Brasil: A pandemia não acabou — o silêncio da mídia, os números reais e o cuidado contínuo que precisamos manter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Letícia Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 09:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora o Brasil já tenha passado pelos piores momentos da crise do COVID‑19 em termos de picos de</p>
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<p>Embora o Brasil já tenha passado pelos piores momentos da crise do COVID‑19 em termos de picos de mortes e caos sanitário, a doença <strong>não está erradicada</strong>. Mesmo com a notícia de que os grandes picos ficaram para trás, ainda há impactos, óbitos e riscos que merecem atenção — e, infelizmente, em muitos momentos, cobertura jornalística bastante reduzida.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">1. Situação atual no Brasil</h3>



<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top" style="grid-template-columns:auto 46%"><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Estudos publicados apontam que entre <strong>38,7 milhões de casos confirmados</strong> e mais de <strong>712 mil mortes</strong> foram registradas no país até abril de 2024. <a href="https://bmcinfectdis.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12879-024-09598-1?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BioMed Central+2Statista+2</a></p>



<p>Fontes como o CEIC indicam que o total acumulado já ultrapassava <strong>716 mil mortes</strong> em abril de 2025. <a href="https://www.ceicdata.com/en/brazil/disease-outbreaks-covid19-no-of-deaths/mds-covid19-no-of-deaths-to-date?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CEIC Data</a></p>
</div><figure class="wp-block-media-text__media"><img data-dominant-color="383f3b" data-has-transparency="false" style="--dominant-color: #383f3b;" fetchpriority="high" decoding="async" width="1536" height="1024" src="https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image-71.webp" alt="" class="wp-image-1754 size-full not-transparent" srcset="https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image-71.webp 1536w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image-71-300x200.webp 300w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image-71-1024x683.webp 1024w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image-71-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /></figure></div>



<p>Atualmente, os números de mortes diárias são muito menores do que nos piores momentos da pandemia, o que levou à impressão de “fim da crise” por parte de muitos veículos.</p>



<p>No entanto, a letalidade permanece mais elevada para grupos vulneráveis (idosos, pessoas com comorbidades) e em regiões onde a cobertura vacinal ou assistência médica são mais frágeis.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">2. Por que o silêncio da mídia?</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com a queda das grandes ondas e o declínio expressivo de internações em UTI, a Covid-19 deixou de ter o destaque contínuo que tinha em 2020-2022.</li>



<li>A atenção jornalística migrou para outros temas emergentes: novas doenças, crise econômica, mudanças climáticas, política. Assim, a cobertura sobre a Covid passou a ser “menos urgente” no imaginário coletivo.</li>



<li>Essa diminuição de foco pode gerar <strong>uma falsa percepção de segurança</strong>, levando parte da população a baixar a guarda quanto às proteções básicas (vacinação, uso de máscaras em ambientes de risco, ventilação de ambientes fechados).</li>



<li>Especialistas apontam que, embora não se trate mais de uma emergência sanitária global em muitos países, <strong>os riscos continuam reais</strong>, especialmente se novas variantes surgirem ou se houver falhas no sistema de saúde regional. <a href="https://bmcinfectdis.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12879-024-09598-1?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BioMed Central+1</a></li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">3. Os desafios persistentes</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>A <strong>imunização desigual</strong>: algumas regiões, estados ou municípios ainda têm taxas de vacinados menores, o que amplia o risco de surtos localizados.</li>



<li>A <strong>atenção pós-pandemia</strong>: tratamentos para sequelas da Covid, acompanhamento de pacientes de longa duração (“long Covid”) e reforço da saúde pública continuam sendo urgentes.</li>



<li>A <strong>vigilância de variantes</strong>: o vírus SARS-CoV-2 continua circulando e mutações podem representar novos desafios — o que exige monitoramento, testes e prontidão.</li>



<li>A <strong>atenção social e econômica</strong>: muitos profissionais da saúde, famílias e comunidades que foram fortemente afetadas pela Covid ainda lidam com consequências (financeiras, emocionais, físicas) daquilo que parecia “uma fase que já passou”.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">4. O que podemos (e devemos) fazer agora</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Manter a vacinação em dia</strong>: incluir doses de reforço se for indicado, principalmente para idosos e pessoas vulneráveis.</li>



<li><strong>Usar proteção em ambientes de risco</strong>: locais fechados, com grande aglomeração ou ventilação precária ainda podem ser cenários de transmissão.</li>



<li><strong>Investir em informação qualificada</strong>: acompanhar boletins das secretarias de saúde, não se basear apenas em manchetes que sugerem “acabou”.</li>



<li><strong>Cobrar transparência e dados atualizados</strong>: a queda na cobertura jornalística não significa que os dados deixaram de ser relevantes. É importante que imprensa e sociedade continuem atentos e exijam relatórios consistentes e regionais.</li>



<li><strong>Apoiar políticas públicas de saúde pós pandemia</strong>: acompanhamento dos sobreviventes de Covid, fortalecimento do SUS, fortalecimento da atenção primária, pesquisa sobre variantes e suporte psicológico para quem sofreu traumas.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">5. Conclusão</h3>



<p>A Covid-19 já deixou marcas profundas no Brasil — mais de 700 mil vidas perdidas, milhões de casos e impactos ainda visíveis. Embora a “fase aguda” da pandemia tenha sido superada, o vírus permanece e exige vigilância. O fato de muitos meios de comunicação terem reduzido o foco não significa que o problema acabou. Pelo contrário: significa que entra em uma nova fase — de manutenção, prevenção e responsabilidade. A sociedade que se descuidar agora corre o risco de ver medidas importantes serem perdidas e prejuízos serem deixados de lado.</p>
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		<title>Ixodida: o perigo silencioso dos carrapatos que ameaça humanos e animais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maxoliver]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2025 11:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ultimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pouco conhecido pelo público em geral, o Ixodida é a ordem científica que reúne os carrapatos, pequenos aracnídeos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>Pouco conhecido pelo público em geral, o <strong>Ixodida</strong> é a ordem científica que reúne os carrapatos, pequenos aracnídeos parasitas capazes de transmitir doenças graves tanto para animais quanto para humanos. Apesar do tamanho reduzido, eles representam uma ameaça silenciosa à saúde pública, especialmente em períodos mais quentes e úmidos do ano.</p>



<div class="wp-block-media-text has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 40%"><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong>Desenvolvimento</strong><br>Os carrapatos da ordem Ixodida possuem um ciclo de vida complexo, passando por fases de larva, ninfa e adulto. Durante todas essas etapas, eles precisam se alimentar do sangue de um hospedeiro para sobreviver. É nesse processo que ocorre a transmissão de diversas doenças.</p>



<p></p>
</div><figure class="wp-block-media-text__media"><img data-dominant-color="d8846d" data-has-transparency="false" style="--dominant-color: #d8846d;" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT-Image-16-de-ago.-de-2025-08_16_21-1024x683.webp" alt="" class="wp-image-922 size-full not-transparent" srcset="https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT-Image-16-de-ago.-de-2025-08_16_21-1024x683.webp 1024w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT-Image-16-de-ago.-de-2025-08_16_21-300x200.webp 300w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT-Image-16-de-ago.-de-2025-08_16_21-768x512.webp 768w, https://www.focustv.com.br/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT-Image-16-de-ago.-de-2025-08_16_21.webp 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Entre as principais enfermidades associadas aos carrapatos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Febre Maculosa Brasileira</strong> (transmitida pelo carrapato-estrela);</li>



<li><strong>Doença de Lyme</strong> (mais comum em regiões da Europa e América do Norte, mas com registros no Brasil);</li>



<li><strong>Babesiose</strong> e <strong>Ehrlichiose</strong>, que afetam principalmente cães, mas também podem atingir humanos.</li>
</ul>



<p>Especialistas alertam que a presença dos carrapatos está diretamente ligada a áreas de mata, pastagens e até mesmo jardins residenciais. A picada pode passar despercebida, já que o aracnídeo injeta substâncias anestésicas na pele.</p>



<p>A médica veterinária <strong>Dra. Camila Ferreira</strong> explica:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O maior problema é que os carrapatos não apenas causam desconforto. Eles funcionam como verdadeiras seringas contaminadas, podendo transmitir diferentes agentes infecciosos de uma só vez. A prevenção é sempre a melhor forma de proteção.”</p>
</blockquote>



<p><strong>Prevenção e cuidados</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evitar contato direto com áreas de mata fechada sem proteção adequada;</li>



<li>Usar roupas claras e de mangas compridas, que dificultam a fixação do carrapato;</li>



<li>Realizar inspeção no corpo e nos animais de estimação após passeios;</li>



<li>Manter ambientes limpos e aplicar produtos específicos em cães e gatos.</li>
</ul>



<p><strong>Conclusão</strong><br>O <strong>Ixodida</strong> é mais do que um simples parasita incômodo: representa risco real à saúde. O aumento de casos de febre maculosa no Brasil reforça a necessidade de campanhas educativas e prevenção. Ficar atento aos sinais e buscar atendimento médico ao menor sintoma é fundamental para evitar complicações.</p>
<p>O post <a href="https://www.focustv.com.br/ixodida-o-perigo-silencioso-dos-carrapatos-que-ameaca-humanos-e-animais/">Ixodida: o perigo silencioso dos carrapatos que ameaça humanos e animais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.focustv.com.br">Focus Tv</a>.</p>
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